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Unilab marca presença na V Conferência de Barcelona

Desde o dia 23 de novembro acontece a V Conferência de Barcelona sobre o Ensino Superior na Universidade Politécnica da Catalunha, em Barcelona. O intuito do evento é promover meios para contribuir com o paradgma da sustentabilidade, termo hoje discutido mundialmente, e nesse conceito, pensar e articular, uma nova forma de vida, relações e entendimento do lugar do ser humano no mundo.

Convidado pelos organizadores do congresso o Reitor Paulo Speller está em Barcelona, representando a Universidade da Integração Internacional (Unilab). Participando ativamente da Conferência, de forma a contribuir com as necessidades de transformação a que propõe o Guni, hoje ministrou uma palestra falando sobre a criação da Unilab e de que forma ela se desenvolverá para que a Educação Superior, a qual se propõe, seja inovadora e com ensino voltado para as questões enfocadas no evento. “Nossa participação aqui tem sido muito importante, de maneira que estamos contribuindo para o bem estar da sociedade, ajudando na transformação do meio em que vivemos” ressalta Paulo Speller.

O GUNI 2010 pretende analisar como o mundo está contribuindo para alcançar os objetivos da transformação de conceitos em relação ao meio ambiente, social e econômico, identificando as mudanças que estão ocorrendo. Com o resultado implementar programas e formas de ações capazes de avançar na melhoria da qualidade de vida.

O programa une-se ao trabalho de contribuição da sustentabilidade do ensino superior atualmente exercidos pelas agências internacionais, programas especiais envolvendo as Nações Unidas e as redes e instituições de ensino superior no mundo, com convicção de que o maior desafio para o ensino superior nas próximas décadas é colocar o conhecimento a serviço da transformação social, um processo que agora significa ir em direção à sustentabilidade.

O congresso oferece um fórum para o trabalho coletivo e participação ativa. As sessões incluem, discussões de como as regiões estão progredindo em relação a estas questões, utilizando exemplos concretos e boas práticas.

Segundo informações divulgadas no site do programa, a noção de sustentabilidade, presente em 1987 no Relatório Brundtland, fez uma longa evolução até agora. Ela surgiu associada ao desejo de promover uma mudança no modelo econômico acompanhado de desenvolvimento e tem dimensões sociais, políticas e reflexões culturais, com intuito de promover um ambiente social mais justo no futuro.

Os principais objetivos da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014), na qual a integração dos princípios, valores e práticas do desenvolvimento sustentável em todos os aspectos da educação e aprendizado foi bom, foi um fator chave na criação deste novo quadro. Após cinco anos, de princípios como a interdisciplinaridade, a rede ou o foco local do conhecimento, formam a base da língua em novas referências que estão sendo construídas para a educação.

Um exemplo dessa linguagem é o texto da Declaração de Bonn, na sequência da Conferência Mundial sobre Educação para o Desenvolvimento Sustentável (UNESCO, 2009), em que são entendidos os princípios da sustentabilidade como ponto de partida, no qual está incluído a interdependência entre os meios econômicos, sociais e dimensões culturais numa perspectiva temporal ampla, bem como a contextualização do conhecimento ou a habilidade de lidar com as incertezas para resolver problemas complexos. Propõe também incorporar aspectos de sustentabilidade por meio de abordagem sistêmica e integrada.

Daí também surgiu a Declaração de convidar várias pessoas da indústria, sociedade civil, comunidade local e científica para se envolver em redes com instituições de ensino e de Educação para o Desenvolvimento Sustentável.

Na mesma linha está o comunicado emitido pela Conferência Mundial sobre Educação Superior (UNESCO, 2009) que, enfatiza a responsabilidade social do ensino superior, destacando a necessidade de avançar o entendimento, a partir de aspectos Econômicos, Sociais, dimensões científicas e culturais, dos desafios globais e a capacidade de responder a eles. Ela deve gerar liderança na Sociedade do Conhecimento Global para enfrentar os desafios globais, como segurança alimentar, mudanças climáticas, gestão da água, o diálogo intercultural, energias renováveis e de saúde pública. A agenda global de educação deve contribuir como afirma o texto, para a Erradicação da Pobreza e Desenvolvimento Sustentável e Progresso em direção à acordos a nível internacional de Desenvolvimento do Milênio, que inclui Desenvolvimento do Milénio (ODM) e da Educação para Todos (EPT).

A UNESCO considerou a conferência como um evento subseqüente a Conferência Mundial sobre Educação Superior (Paris), (2009).

Todos os participantes da conferência irão receber o próximo relatório GUNI Ensino Superior na 4 World "Compromisso Educação Superior para a Sustentabilidade: a partir de Entendimento para a Ação" (publicação em 2011)


Assessoria de Comunicação da Unilab

 

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